:: Tapa na cara ::
de Fred Magalhães | Sexta, 7 de Novembro de 2008

Era a nossa estréia no Projeto Eu Faço Cultura em 2008, mas precisamente em Governador Valadares. Estávamos super ansiosos, pois iríamos estrear músicas novas e ainda não sabíamos como o público iria reagir. Foram dois meses de ensaios, noites mal dormidas e dias cansativos, mas mesmo assim a vontade de estrear superou todo esse cansaço.
É, mas aquele dia não era o dia! Passagem de som atrasada, Fernando e Célio, que eram para chegar as 14h só chegaram às 22h, o gerador não estava ligado até a essa hora, enfim, um caos total. O artista tem que superar certas situações, mas realmente ficamos um pouco abalados. Nosso show foi arrastado e tivemos muitos erros, que comprometeram a nossa performance. Saímos do palco bem pra baixo e decepcionados. O consolo foi que o show do Frejat, foi também bem prejudicado.
No dia seguinte fomos para Belo Horizonte-MG, fazer o mesmo show e abrir de novo para o Frejat. Antes da passagem de som, Daniel, nosso empresário, disse que queria conversar com a gente sobre os erros do dia anterior. Fomos prontamente, mas todos desanimados e de cabeça baixa. Ele apontou os nossos erros e nos pediu para que chegássemos a Minas, que ainda não tínhamos chegado. Começamos a rever a forma de apresentar as músicas e chegamos a resultados ótimos. Subimos nos tonéis de ferro, jogamos as bolas de basquete de forma diferente, dançamos de outras maneiras e ele nos deu uma super injeção de ânimo, para que nós recuperássemos a confiança. Passamos o som e ficamos mais tranqüilos, mas ainda um pouco tensos.
Antes de começar o show, Daniel me chamou em um canto e começou a perguntar se eu estava nervoso (o que era visível, apesar de eu falar que não). Então começou a me desafiar e sacudir (literalmente). Depois de me sacudir, lascou-me um tapa no rosto e disse: “solte os diabinhos”, brother! Na hora, senti uma raiva, mas que foi passando e se transformando a cada música que a gente tocava. Na última música e no final dela, Fernando toca um tonel com água na sua superfície, que tem uma luz dentro. A gente bolou um sistema que uma bombinha de aquário vem sugando a água de um balde para o tambor enquanto ele vai tocando. Quando vi aquele balde cheio de água e essa água vindo bem devagarinho, me lembrei das palavras de Daniel: ” solte os diabinhos” e imediatamente peguei o balde e despejei em cima do Fernando. A galera foi ao delírio e pela primeira vez no Eu Faço Cultura, pediram bis. Algumas pessoas até choraram (sério!!!).
A partir desse dia, nós sempre fazemos a água desse jeito, só que agora já acrescentamos uma jogada de água no público, que também foi inspirada nas palavras de nosso grande irmão Daniel.
Valeu Dani, muito bom!!!!!
Um abraço e um beijo para todos!!!
Fred Magalhães
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:: Onde estão as tampas? II ::
de Fred Magalhães | Quinta, 6 de Novembro de 2008
Venho aqui para dizer que esse caso de sabotagem das tampas não foi único. Em agosto passado, mais precisamente no dia 03, fizemos um espetáculo no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, junto com bailarinos selecionados do Seminário Internacional de Dança, realizado pela grande bailarina e coreógrafa Gisèle Santoro, que é mãe do nosso DJ Raffa. Nomeamos o espetáculo de Patubalé, que estaremos colocando em nosso site e no You Tube, em breve.
Bom, estávamos tocando o famoso Megamix, que é uma música em que utilizamos esmerilhadeira, tonéis de plástico e de ferro, eletrocalhas, escapamento de carro, tonéis com água e as famosas tampas de panela de feijoada. No momento em que iríamos executar o maculelê (eu e o Nanando), fui pegar a bendita tampa e novamente ela deu um sumiço. Fiquei muito nervoso e na hora até briguei com o Razem, que na época era o nosso roadie (contra-regra), mas depois vi que o coitado não tinha mexido com as tampas, eu é quem tinha deixado em um lugar da coxia e alguém as colocou mais para dentro, para não atrapalhar a passagem (certamente um bailarino ou bailarina, pois estávamos dividindo o palco).
O Nanando mais uma vez tocou essa parte sozinho. Não sei se ele sentiu falta ou sentiu um alívio, pois quando faço a parte da tampa com ele, fico tão entusiasmado, que acabo tocando muito forte e o empurro para a lateral do palco.
Eis o mistério das tampas II !!!!
Um grande abraço para todos!!!!
Fred Magalhães
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:: Onde estão as tampas? ::
de Fernando Mazoni | Sábado, 1 de Novembro de 2008
Acho que a maioria das pessoas que nos assistiu ao vivo conhece nossa peça Mega Mix. Recebe esse nome devido aos inúmeros climas, misturas de ritmos e efeitos visuais. A principal proposta do PATUBATÊ é a busca de ritmos brasileiros e a miscigenação de gêneros musicais. O momento que batemos as tampas gigantes de panela, daquelas de fazer feijoada para 50 pessoas, remonta 15 segundos de maculelê.

O causo que vou contar hoje diz respeito a este momento do show, as tampas. Certa vez, no SESC Arsenal de Cuiabá, o Fred teve um surto de cegueira e não encontrou as duas tampas, num ataque de desespero ele saiu correndo pelo palco afim de encontrá-las. Correu para o outro lado do palco, deu a volta por trás da coxia, saiu de onde ele deveria pegar as tampas e continuou às cegas. Nesse dia fiz a tampa sozinho. Reza a lenda que foi sabotagem e arrastaram as tampas 1 metro pro lado. Será?
Abraço a todos,
Fernando Mazoni
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:: João Pessoa - PB e Aracaju - SE ::
de Adriana - Assessoria PATUBATÊ | Domingo, 26 de Outubro de 2008
Alô, galera de João Pessoa e de Aracaju!
O PATUBATÊ está chegando por ai com show e oficinas de percussão e de produção musical.
Nâo fique fora dessa. Agende-se:
João Pessoa - PB
Oficinas: dias 30 e 31 de outubro
Local: Hotel Tropical Tambaú (end.: Av. Almirante Tamandaré, 229 - Tambaú)
Horário: 18h30 às 22h30.
Inscrições gratuitas no site www.eufacocultura.com.br
Show: dia 01 de novembro
PATUBATÊ abre o show de Nando Reis e Os Infernais
Local: Forrock
A abertura dos portões acontece às 22h e o show principal à meia-noite.
Aracaju - SE
Oficinas: dias 31 de outubro e 01 de novembro
Local: APCEF - End: Av. Melício Machado s/n - Atalaia, das 18:30 às 22:30 na Estação Cultura (Antiga FEPASA).
Horário: 18h30 às 22h30.
Inscrições gratuitas no site www.eufacocultura.com.br
Show
PATUBATÊ abre o show de Nando Reis e Os Infernais
Local: Espaço Emes Centro de Eventos
A abertura dos portões acontece às 19h e o show principal às 21:30h.
Esperamos vocês por lá!
Abração do PATUBATÊ!
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:: DJ RAFFA NO PRÊMIO HUTUZ 2008 ::
de Adriana - Assessoria PATUBATÊ | Quinta, 23 de Outubro de 2008
O DJ Raffa, integrante do grupo PATUBATÊ, foi indicado ao Prêmio Hutuz 2008, na categoria Hip Hop Ciência e Conhecimento, com o livro “A Trajetória de um Guerreiro”, lançado em novembro de 2007, pela Editora Aeroplano. Desde o ano 2000, DJ Raffa é nomeado na categoria Melhor Produtor, recebendo o prêmio nos anos 2000 e 2004.
A votação popular já está disponível no site http://www.premiohutuz.com.br. A festa de premiação acontece no dia 27 de novembro, no palco do Canecão, no Rio de Janeiro - RJ. O Prêmio Hutuz integra o Festival Hutuz, o maior festival de Hip Hop da América Latina. O Prêmio é uma homenagem aos artistas do rap nacional. Esta é a nova edição do festival.
No livro “A Trajetória de um Guerreiro”, o DJ Raffa conta sua própria história. Filho do maestro Cláudio Santoro e da bailaria Gisèle Santoro, viveu alguns anos com os pais no exílio na Alemanha. Ao retornar a Brasília-DF, sua cidade, tornou-se a soma de ambos: dançarino e músico. Mas descobriu-se um artista radical, popular e periférico, como gosta de dizer. Foi b-boy, DJ e um dos mais importantes produtores de rap do país. Fez do hip-hop a sua vida e produziu alguns dos melhores momentos do gênero, engajando-se política e afetivamente no movimento.
O relato presente no livro indicado ao prêmio não resume somente a história do hip-hop no Distrito Federal e no Brasil, mas define de certa forma a história do próprio país e dos caminhos expressivos, criativos e potentes que a juventude brasileira inventou nas últimas décadas.
Atualmente, o DJ RAFFA atua como DJ e produtor musical do Grupo PATUBATÊ, onde divide o palco o DJ Leandronik, parceiro de longa data em diversas produções musicais. Os DJs são pioneiros do movimento hip-hop de Brasília e referência no rap nacional.
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:: Já ouviu falar em disco de vinil? ::
de DJ Leandronik | Quinta, 23 de Outubro de 2008
Todos sabem que o ouvido humano tem limites na percepção de sons emitidos em certas freqüências acústicas.
Estudos desses limites influenciam a técnica de digitalização e compressão de áudio utilizado, por exemplo, no formato MP3. Portanto, o som digital dos nossos CDs, DVDs, MP3 e outros formatos digitais podem eliminar freqüências que são supostamente imperceptíveis ao ser humano e é exatamente esta falta que incomoda alguns audiófilos e DJs que sustentam a idéia de que o disco de vinil é mais fiel ao nosso ouvido.
Outro aspecto técnico interessante que alimenta essa disputa é o fato de que o disco de vinil mantém uma relação física com o áudio nele gravado, pois o som é gerado pela vibração da agulha do toca-discos quando passa pela trilha (sulco), dando a impressão de que a música está ali, presente, forte.
Fotos de ampliações de sulcos em um disco de vinil (A) e
micro-covas em um CD em menor (B) e maior (B’) ampliação.
Fontes: imagens coletadas na Internet
Disputas à parte, o que importa é que o vinil existe e ainda tem força em outros países. DJs ainda utilizam vinil em seus sets e temos encontrado nas lojas de música, na Europa e nos Estados Unidos, gravações em vinil de cantores e bandas atuais, mostrando que o mercado ainda não descartou esse formato.
Aqui no Brasil não tem sido diferente. Em São Paulo, uma ou outra loja de CDs já apresenta algumas opções em vinil - fora as lojas especializadas.
Lenine, cantor, compositor e músico brasileiro lançou seu último trabalho em três mídias diferentes (CD, Pendrive e Vinil), afirmando que o CD representa o passado, o Pendrive o presente e, quem diria, o futuro é o Vinil.
O Patubatê utiliza, na criação e execução de suas músicas, o discos de vinil para reproduzir trechos de músicas ou timbres de instrumentos, emitindo notas musicais. São as técnicas: scratch (riscar) e beat juggling (malabarismo com batidas), criadas por DJs de hip-hop, que permitem o uso dos sons gravados no vinil de forma harmônica em nossas músicas.
Assim sendo, vida longa ao vinil!
DJ Leandronik
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:: Conversa de Músico ::
de Adriana - Assessoria PATUBATÊ | Quarta, 22 de Outubro de 2008
Não perca o PATUBATÊ no Programa “Conversa de Músico”, na TV Senado, neste domingo, dia 26/10, às 10h, 18h e 24h. A reapresentação do programa acontece no sábado dia 01/11, às 18h. Comandado pelo maestro Lincoln Andrade, o programa traz uma descontraída entrevista com os músicos Fernando Mazoni, Fred Magalhães, Razem Abrão, DJ Leandronik e DJ Raffa. Em pauta, os instrumentos de sucata, composições e trilhas do PATUBATÊ, além de curiosidades sobre a trajetória de sucesso do grupo e performances inéditas.
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:: PATUBATÊ em Campinas - SP ::
de PATUBATÊ | Quinta, 9 de Outubro de 2008
Alô, pessoal de Campinas!!!
O PATUBATÊ está chegando por ai! Estamos muito felizes em voltar a tocar nesta cidade tão calorosa e cheia de boa energia!
Nos dias 15 e 16 de outubro, ministramos as oficinas de Percussão e de Produção Musical. As oficinas são gratuitas e abertas à comunidade. Acontecem das 18h30 às 22h30, na Estação Cultura (Antiga FEPASA), na Praça Marechal Floriano Peixoto - Centro. Faça sua inscrição no site www.eufacocultura.com.br.
No dia 17 de outubro, fazemos a abertura do show de Nando Reis, no Campinas Hall, às 22h.
Esperamos vocês por lá para tocarmos juntos!
Abração do PATUBATÊ!
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:: Patubatê no myspace e novo vídeo no youtube::
de PATUBATÊ | Terça, 23 de Setembro de 2008
Alô, pessoal!
Já está no ar o myspace do PATUBATÊ, com quatro músicas disponíveis para download.
Há também o novo vídeo no youtube, com imagens dos últimos shows em Portugal, Espanha, Estados Unidos e Brasil.
Para assistir clique aqui.
Divirtam-se!
Abração dos PATUBATÊs
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:: Ijexá Remix ::
de PATUBATÊ | Terça, 9 de Setembro de 2008
Já está disponível para download a versão eletrônica do Ijexá, uma das trilhas de trabalho do PATUBATÊ. Recém produzida, a versão é um presente para os fãs e admiradores do trabalho do grupo. O arquivo pode ser baixado, gratuitamente, no site do grupo.
O Ijexá é um ritmo africano procedente do Candomblé, uma das religiões afro-brasilieras mais praticadas no Brasil. Muito presente nos afoxés (blocos de carnaval) é um ritmo suave, mas de batida e cadência marcantes com grande beleza, no som e na dança. Na música popular brasileira, o Ijexá está presente em interpretações de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa.
Divirtam-se!
Abração dos PATUBATÊs
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