A trajetória

O grupo surgiu em Brasília-DF, no ano 1999, com o nome “Percussão?”. Com o diferencial dos instrumentos e qualidade musical dos músicos, o grupo passou a ser o centro das atenções nos eventos em que participava. Tudo começou quando Fred Magalhães, junto com professores da Escola de Música de Brasília, resolveram inserir um carrinho de compras de supermercado como instrumento em uma peça de percussão erudita, dentro de um concerto tradicional, realizado em um teatro. O ineditismo deu certo e, desde então, a pesquisa por novos instrumentos não-convencionais tornou-se uma constante. Com a idéia consolidada, o grupo começou a fazer diversos shows em teatros e salas de concerto de Brasília-DF. No final de 1999, Fernando Mazoni ingressa no grupo e passa a somar sua criatividade às produções inéditas.

A partir do ano 2000, misturando ritmos brasileiros e internacionais às sucatas e cenários elaborados, o grupo deu início à criação de espetáculos temáticos que foram sucesso de mídia e de público, todos encenados em grandes salas como as do Teatro Nacional Cláudio Santoro e da CAIXA Cultural, em Brasília-DF. São eles: “Percussão” (2000), “Cotidiano” (2002), “Batendo à Máquina” (2003) e “Brasil” (2003). No final de 2003, o grupo foi convidado a tocar, semanalmente, em casas noturnas de Juiz de Fora-MG e do Rio de Janeiro-RJ.

Somcatado: A experiência inovadora na realização de shows em casas noturnas inseriu ao trabalho dos músicos um elemento novo: as trilhas eletrônicas. Em 2004, o grupo sentiu a necessidade de se reinventar, passando a se chamar “SomCaTadO”, nome que deu maior identidade ao trabalho. Seguindo a linha de percussão em sucatas com algumas intervenções de trilhas eletrônicas, o trabalho do SomCaTadO foi conquistando o Brasil. O primeiro grande show aconteceu em São Paulo-SP, quando tocaram ao lado d’O Rappa, no Via Funchal. Logo em seguida, muitos convites para eventos empresariais surgiram e o grupo passou a ser conhecido
nacionalmente.

Em 2005, dois DJ’s foram inseridos no trabalho do SomCaTadO, de forma definitiva. O DJ Leandronik e o DJ Raffa, dois dos maiores produtores musicais do país, se uniram a este trabalho, somando às mentes criativas dos músicos novos valores e tendências da música eletrônica. A partir daí, o SomCaTadO passou a criar suas próprias trilhas sonoras e viajou por todo o Brasil com shows e eventos especiais. Em 2006, o grupo mostrou toda a musicalidade brasileira em uma turnê pela Polônia.

No ano de 2007, o SomCaTadO foi convidado para participar do Projeto “Eu Faço Cultura”, uma iniciativa do Pessoal da CAIXA, com apoio da Lei Rouanet. Pelo projeto, estiveram em todas as capitais brasileiras e em algumas cidades de grande porte realizando oficinas de música e de produção musical para as comunidades locais, além de fazer a abertura de shows de grandes nomes da música brasileira, como Frejat, Nando Reis, Paula Lima, Maria Rita, Monobloco, Alceu Valença, entre outros.

PATUBATÊ: No início de 2008, com a troca de um dos percussionistas, o grupo inova mais uma vez e apresenta um trabalho onde o ritmo brasileiro é mais explorado. A participação dos DJs também se torna mais presente e as novas trilhas seguem uma das principais virtudes da música eletrônica: a experimentação. Surge, então, o grupo PATUBATÊ.

O retorno foi imediato. Convites internacionais surgiram levando o grupo PATUBATÊ para uma série de shows na Europa e nos Estados Unidos. Nos meses de maio, junho e julho, o grupo fez cerca de 80 apresentações durante as duas edições internacionais do Rock in Rio, em Lisboa – Portugal e em Madri – Espanha. Reconhecido como um dos maiores festivais de música do mundo, o Rock in Rio foi uma grande vitrine para o PATUBATÊ, que tocou no Stand Brasil e na Tenda Vip, destinada exclusivamente a empresários e convidados especiais.

As apresentações na Europa renderam frutos como o convite para participar das ações promocionais do turismo brasileiro no exterior, da Empresa Brasileira de Turismo – EMBRATUR, no Festival de Cinema Brasileiro, em Nova Iorque-NY. Durante cinco dias o grupo fez uma série de apresentações no Central Park SummerStage, nos Cinemas Tribeca, na Times Square e na Organização das Nações Unidas – ONU.

De volta ao Brasil, o PATUBATÊ finalizou o ano de 2008 com a turnê nacional do projeto Eu Faço Cultura. Durante todo o ano, mais de 30 destinos nacionais estiveram na agenda do PATUBATÊ com shows e oficinas de música e de produção musical. Na agenda, houve também diversos shows em eventos empresariais, onde criam peças exclusivas para ações promocionais dos contratantes.

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